Falamos dos emaranhados virtuais, o lado conceitual trazendo para a globalidade . Seguindo neste caminho a pauta será o homem. Sim, ele mesmo ressaltando que tudo isso só é possível pela sua existência, também objeto de pesquisa.
A professora de Sociologia da Ciência na Massachusetts Institute of Technology (Instituto de Tecnologia) Sherry Turkle focou a pesquisa no comportamento dos usuários destas tecnologias. Para ela é um erro separar o real do virtual se cada dia fica mais dificil fazer a distinção de ambos. Considerando tempo cronológico que as pessoas passam nestes espaços Sherry diz ainda que a capacidade das pessoas em desempenhar dois ou mais papéis sociais faz com as mesmas tornem-se "livres". Ou seja, nas salas de bate-papos ou em outros espaços adotamos nossos "personagens". Isso não se caracteriza dupla personalidade e sim a mobilidade de ser mãe,professora, amante de forma sumultanea,seja on line ou off line. A pesquisdora alerta sobre as relações dos adoslescente e a paixão pelo ciberespaço as oportunidades na vida virtual ou fora dela como define o outro espaço.
É natural e compreensivo que as novas gerações se identifiquem com as tecnologias, pois de certa forma é fruto delas. E por falar na fase da adolescência uma nova moda chega ao Brasil vinda dos EUA o "Sexting" é o ato de enviar fotos e videos sensuais de seus corpos nus ou semi nus para site de relacionamentos , salas de bate papos emails e vários locais na rede. A maioria crianças e adolescente entre 12 e 17 anos. O Ministério Público alerta para o risco nos casos de pedofilia (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/adolescentes-aderem-ao-sexting-e-postam-fotos-sensuais-na-internet.html) . O fato nos leva a refletir sobre os conteúdos postados da rede, legislação e punição? Sem, dúvidas que tudo isso refleti nas estruturas sociais e culturais de uma nação. Turkle fala sobre as relações entre as pessoas online e as ações físicas e como funcionam as comunidades. Em caso de morte física quem fica com as memórias virtuais? Se ocorre um suicídio virtual o próprio apaga ou não, suas mensagens , uma vez na rede a quem pertence? Interessante a explanação sobre recordações feita pela autora segundo ela fatos virtuais são sempre presentes como emails podem ser alterados com a facilidade de estar sempre atualizado.
Diferente de uma carta, fotos que guardavamos dentro de caixas. Hoje a natureza "arquivável" nos remente as trocas virtuais antes ficava apenas na memória.
A professora de Sociologia da Ciência na Massachusetts Institute of Technology (Instituto de Tecnologia) Sherry Turkle focou a pesquisa no comportamento dos usuários destas tecnologias. Para ela é um erro separar o real do virtual se cada dia fica mais dificil fazer a distinção de ambos. Considerando tempo cronológico que as pessoas passam nestes espaços Sherry diz ainda que a capacidade das pessoas em desempenhar dois ou mais papéis sociais faz com as mesmas tornem-se "livres". Ou seja, nas salas de bate-papos ou em outros espaços adotamos nossos "personagens". Isso não se caracteriza dupla personalidade e sim a mobilidade de ser mãe,professora, amante de forma sumultanea,seja on line ou off line. A pesquisdora alerta sobre as relações dos adoslescente e a paixão pelo ciberespaço as oportunidades na vida virtual ou fora dela como define o outro espaço.
É natural e compreensivo que as novas gerações se identifiquem com as tecnologias, pois de certa forma é fruto delas. E por falar na fase da adolescência uma nova moda chega ao Brasil vinda dos EUA o "Sexting" é o ato de enviar fotos e videos sensuais de seus corpos nus ou semi nus para site de relacionamentos , salas de bate papos emails e vários locais na rede. A maioria crianças e adolescente entre 12 e 17 anos. O Ministério Público alerta para o risco nos casos de pedofilia (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/adolescentes-aderem-ao-sexting-e-postam-fotos-sensuais-na-internet.html) . O fato nos leva a refletir sobre os conteúdos postados da rede, legislação e punição? Sem, dúvidas que tudo isso refleti nas estruturas sociais e culturais de uma nação. Turkle fala sobre as relações entre as pessoas online e as ações físicas e como funcionam as comunidades. Em caso de morte física quem fica com as memórias virtuais? Se ocorre um suicídio virtual o próprio apaga ou não, suas mensagens , uma vez na rede a quem pertence? Interessante a explanação sobre recordações feita pela autora segundo ela fatos virtuais são sempre presentes como emails podem ser alterados com a facilidade de estar sempre atualizado.
Diferente de uma carta, fotos que guardavamos dentro de caixas. Hoje a natureza "arquivável" nos remente as trocas virtuais antes ficava apenas na memória.
Não devemos olhar o ciberespaço como vilão da história porque o uso dele é fundamental para a sociedade por nele assistimos conflitos, mortes e nascimentos , terremotos, ciclones , furacões , enchentes. O que é nos parece inacreditável torna-se possível ( http://info.abril.com.br/noticias/internet/internauta-salva-vida-de-homem-perdido-03022010-31.shl) uma mulher salva a vida de um homem perdido através da navegação. A importância do mundo virtual não pode ser questionada a utilização, sim. Tanto que entidades governamentais a utilizam com o ferramenta de comunicação.
(http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/26/governo-cria-cadastro-nacional-eletronico-de-pessoas-desaparecidas/).
A máquina não é nada sem o ser que a domina e algumas vezes é dominado por ela assim com o aranha que cai na própria teia.
A máquina não é nada sem o ser que a domina e algumas vezes é dominado por ela assim com o aranha que cai na própria teia.

Interessante levantar a questão das identidades. Talvez hoje a internet proporcione a muitas pessoas ser quem elas não são. Protegidas pelo anonimato das telas, as pessoas podem ser quem elas quiserem, criar personagens, mentir sobre sua aparência, mostrar gostos e preferências só para conquistar o outro. Essa matéria do site da Época, por exemplo: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI145584-15220,00-QUEM+SAO+OS+PIADISTAS+DO+TWITTER.html
ResponderExcluirmostra anônimos que criaram personagens fictícios que fazem sucesso no Twitter. Perfis de pessoas que já morreram, perfis de pessoas que nem existem ou até de seres superiores. Esses piadistas têm mais audiência do que muita gente de verdade por aí. E o que se sabe sobre sobre as pessoas que estão por trás dos personagens? Muito pouco, não é verdade?
Essa é a camuflagem que a rede nos proporciona. Podemos estar protegidos. Ou não...